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sábado, 8 de outubro de 2011

Elementos usados em diversos Ebós e Oferendas - parte I

A importância dos elementos usados em um ebó deve ser de conhecimento absoluto para que se possa obter os resultados esperados. Os elementos podem ser em função da vibração do Orixá ou em função da correspondência e semelhança com a situação (problema) que se deseja resolver. Abaixo alguns elementos de origem vegetal


Ishù (Inhame): é muito utilizado por sua capacidade de renascimento com só um pedaço do tubérculo debaixo da terra. Quando utilizado como massa após cozido tem a função de amolecer, placar, estabilizar, amaciar... Quando pilado cru é utilizado para transformação de algo ou situação muito dura ou difícil de resolver, por isso nos ritos de Orunmila, os inhames novos são pilados crus e só depois a massa crua ou cozida é utilizada para oferecimento a Orunmila. Quando o Ishu é utilizado após ser assado na brasa, sua função é aplacar a força agressiva de Ogun, e mais, devido carvão produzido no preparo, possui a função de transformar a força agressiva em favorecimento....
Quando utilizado cru inteiro, sua finalidade é produzir algo, porém dependerá de outros ingredientes integrados no Ébò.

Odunkun (batata-doce): é muito utilizada por sua capacidade de renascimento com só um pedaço do tubérculo debaixo da terra, e por sua propriedade doce é muito utilizado em Yónu para transformar raiva em afeto, também ofertado a Ori e Obatala para tornar amargura em doçura, e ainda é muito oferecido na forma de Adimu para apaziguar a agressividade de Ogun/Logun/Osoosi, Sango, Obaluwaiye, etc.

Ógédé (banana): por sua maciez, doçura e sabor agradável é muito utilizada no Ibori, e como Adimu aos Orisa, sua finalidade de converter algo árduo em fácil, duro em flexível, amargo em doce.

Elegede (pepino): Principal alimento do culto de Iyami. Por possuir forma de falo (pênis) rígido, com muitas sementes fáceis de brrotar ainda tem a capacidade de se espalhar, multiplicar. Por isso é utilizado como Adimu à todas as Iyami e Yébas, na finalidade de obter fertilidade, prosperidade, crescimento e abundancia. Também usado nas Oogun (magia) que atraem homem para casamento.

Ibakan (berinjela): por sua capacidade de se espalhar e multiplicar, é muito utilizado no Culto à Oya, quando frita ou cozida sua finalidade é de agradar Oya, quando oferecida crua atrai abundancia.

Alapa (abóbora): Principal alimento do Culto de Egungun. Por sua forma de útero mítico e capacidade de se espalhar, multiplicar se alastrando pela terra a residência dos mortos, é muito utilizado para agradar os Egungun’s masculinos e alguns Orishas como Òrò, Logun, Shango, Oba, Yrewiyn, Obaluwaiye, na finalidade de fartura, crescimento financeiro e gestação.

Igbado ou Agbado (milho): por sua capacidade de nascer em qualquer lugar e a força de crescer rapidamente, é utilizado cru em Oogun para prosperidade, sucesso financeiro, gestação, mas torrado é para paralisar estagio de doença, neutralizar paixão obsessiva com perseguição e outros sintomas mentais. Como Adimu é utilizado para agradar Ogun, Logun, Osoosi, Obaluwaiye, Oba, Oya, Onilé, etc. Não é aconselhável oferecer Agbado à Eshù, por ser um grão muito duro é compreendido como uma trava, trancando a mobilidade natural de Eshù, a não ser que use como Oogun (magia) a fim de travar ou paralisar uma situação especifica.

Ireke (cana de açúcar): por sua capacidade de crescimento e doçura, é muito utilizado para dulcificar e situações agressivas. Como Adimu é ofertado em lascas para Esù e em rodelas para as Iyami e Obatala. O caldo de cana é apreciado por Obatala, Egunguns e Emere (Espírito de criança falecida)

Ogbon (coco): por sua característica dura, e grossa, é quebrado na frente de Esù e Egunguns a fim de destruir uma dificuldade. Usado também em Oogun para casos de Injustiça. Mas a sua água é apreciada pelos Egungun, Obatala

Ibepe (mamão): por sua característica de reproduzir muitos frutos e unidos bem alto, é usado para prosperidade, ficar inatingível, evitar separação.

Obi-abata (noz de cola vermelha de 4 a 9 gomos): é utilizado para cumprimentar as visitas, fruto predileto das Iyami-Agbas, usado inicialmente para perguntar ao Orisha ou Ancestrais se aceita o Ebò, e quais os Adimu que serão ofertados posteriormente a um ritual. Fruto de característica fria, passiva e relativo ao nascimento, por isso é tabu no culto de Shango e Egungun, apesar de ser ofertado em ambos os âmbitos, mas não diretamente à Sango nem aos Egungun.

 4 gomos para Ori, Ifá e qualquer Orisa.
 5 gomos para qualquer orisa, porém o 5º gomo se mastiga e sopra ou oferece inteiro para Esù, utilizando somente os 4 gomos.
 6 gomos são utilizados em Ebo Epilé (sacrifício de fundação).
 7 gomos são utilizados para as Iyami, Eshù e Ogun/Logun/Oshoosi
 8 gomos são utilizados para Ifá e Ori.
 9 gomos são utilizados para Òrò, Gélédé, Baba, Egungun e Orisas masculinos.

Obi Efin (Obi branco de 4 gomos): habitualmente ofertado à Obatala que prefere o Obi Efin (Obi branco).

Obi abanja (noz de kola com 2 ou 3 gomos): utilizado em pouquíssimos Ebós quando indicado por Ifá.

Orogbo (Garcinia Kola - Amarga): Fruto quente relativo à morte, no entanto propicia felicidade, alegria e saúde no Igbori ou como oferta a qualquer outro Orisa, principalmente Obaluwaiye, Shango, Ogun, Egungun. No caso de Shango e os Egungun é utilizado o Orogbo em vez do obi. O orogbo ou Obi são também usados para dar forças às palavras em forma de um Afoshè que deve ser mastigado juntamente com Ataarê, esse Afoshè fornece força às palavras que saem da boca nos momentos de invocações, exaltação, orações, canções e pedidos.

Éré (feijões): por sua capacidade nascer rapidamente se alastrando sobre a terra, é utilizado cru em Oogun de prosperidade, expansão financeira, sucesso, vitalidade. Quando cozido ou fervido é utilizado em Oogun para neutralizar doenças, desanimo e transformação de situações agressivas. Quando utilizado torrado numa Oogun (magia) sua finalidade é neutralizar Ajé e qualquer outra energia prejudicial. Como Adimu é ofertado ao Ori, Orisha’s e Ancestrais, a forma do oferecimento dependerá da situação especifica...

Ataarê (pimenta da costa): usada para ativar a energia dos Orisa, Ori e Ancestrais, quando mastigada e borrifada com Oti-Oloje sobre assentamentos e Ebó’s. Atarê mastigada com Obi ou Orogbo propicia força às palavras que saem da boca nos momentos de invocações, exaltação, orações, canções e suplicas.

Ata iná (pimenta malagueta): por sua característica caustica é usada numa Oogun para ativar, esquentar, apressar, encorajar uma energia ou pessoa. Tem um tipo de Ata que é ofertada em Sire à Oya e Sango quando estão incorporados em seus Eleguns.

Oyin (mel de abelhas): é usado para adoçar à Divindades, assim como sua características de ser incorruptível não se estragar ao tempo e por ser o produto da perseverança e o trabalho das abelhas, pertence as Iyami mas muito utilizado no culto de Baba Egun (Mortos).

Ékò (pudim de amido): O amido por ser extraído do cerne do milho é um dos principais símbolos da pureza, bom conteúdo e, alto valor da essência espiritual, por isso é a iguaria mais especial e mais utilizada dentro do Culto. Portanto, quando uma única porção da massa cozida é envolvida em folha de Ógédé (bananeira) ainda quente, tem a função de representar um único Ser, seja humano, Orisa ou Ancestral. O akasa é o mesmo pudim de amido, só que desprovido da folha, quando ofertado sem invólucro (folha) deve ser oferecido em quantidade acima de 7 unidades, pois em fartura representa a multiplicação, abundância, propagação de Ashè.

Ekuru (Bolo de feijão cozido): por ser preparado com o feijão (cereal que nasce muito rápido possuindo o poder de se alastrar) envolto em folha e cozido no vapor, é o símbolo de contenção das forças ou situações agressivas. Quando o Ekuru é utilizado sem invólucro em quantidade ou esmigalhado, representa um pedido de desenvolvimento, produtividade e fartura. Agora quando preparado com Epo é pra aumentar seu poder característico referente ao Epo, ou seja, desenvolver tranqüilidade, produzir suavidade, ampliar a serenidade.

Ákaràfulé: (bolo de feijão fradinho temperado com sal, camarão moído, bacalhau ou bagre seco desfiado, cebola ralada, cheiro verde, cebolinha e Orere (fermento), depois frito no Epo); por ser preparado com o feijão (cereal que nasce muito rápido possuindo o poder de se alastrar), é o símbolo de contenção das forças ou situações agressivas. Quando ofertado em quantidade ou esmigalhado, representa um pedido de abundância, transformação, desenvolvimento, produtividade e fartura. Muito usado no Etutu.

Ákarà-Aro (bolo de farinha de feijão temperado com Arokin depois cozido no vapor, como Ebó é sempre ofertado somente à Ògún/Logun/Oshoosi dentro da Terra).
Um símbolo pactual na finalidade de recuperação, transformação, atração, restauração, melhoramento, abundância, desenvolvimento, produção e fartura.

Ákaràyián (Bolo de inhame pilado cru com peixe defumado ou bacalhau disalgado, misturado com camarão fresco, cheiro verde, cebola ralada e Epo, depois cozido no vapor envolvido em folhas de bananeira).
Ofertado à Ògún no festival anual chamado “Odun Ògún”, como um símbolo de prosperidade, abundância, progresso, movimento e propulsão. Muito usado no Etutu de Ògún/Logun/Osoosi.

Akaradundun: Bolo feito à base de Aveia misturada com gemas de ovos sem pele, mel ou açúcar, leite de cabra e fermento, depois são fritos em Óróró (Óleo de milho), polvilhado com açúcar e servido numa cesta de palha. Servido a todas as Iyami e Iyébas (ancestrais falecidas).

Akaralà (Bolo feito com massa de feijão misturada com Ajebo, ou Igbakan triturada (berringela), Osunledê em pó, Iyó, Alubósa ralada, Cheiro verde, Edê moído e Orere), frito no Epo. Adimu ofertado no Etutu de Ooyá.

Amyia (Farofa de farinha de mandioca crua misturada com Epo) e ainda Oyin, Omi ou Oori, erradamente chamado de Pade (Ritual de restituição). O Amyia é um símbolo da superabundância e descendência. Propicia fartura, Reprodução, Contentamento e resultado de satisfação. O Amyia é um alimento que não pertence à Eshù, porem é entregue aos cuidados de Esù para ele entregar aos Ancestrais. Primeiro alimento ofertado no Ipade (Ritual de reunião das forças sobrenaturais a fim de restituição).

Abara (Trouxinha de feijão cozido temperado com camarão moído, ataré em pó, gengibre ralado, sal); por ser basicamente preparado com o feijão (cereal que nasce muito rápido possuindo o poder de se alastrar), Atarê e Epo, pilado cozido e amarrado em forma de trouxinha com folha fresca de Ógédé, é também o símbolo de contenção de uma força ou situação muito agressiva.

Aberén (Bolo cozido no vapor, feito com Milharina misturada com mel, leite de coco e cravo em pó – envolvido em folha seca da bananeira). Símbolo de contenção, limitação de uma força muito agressiva, em contrapartida propicia a fartura através da facilitação. Muito usado em Etutu.

Egidin (Bolo de milharina cozida com água pura, a massa é despejada num Opan depois cortada em vários pedaços). Símbolo de contenção, limitação de uma força muito agressiva, em contrapartida devido a quantidade ofertada propicia a fartura e multiplicação do bem. Muito usado em Etutu.

Ejojo (Bolo de arroz cozido, feito com leite de coco, às vezes sem mel, cravo da índia, erva-doce e Anis em pó). Devido o arroz ser cozido é ofertado em casos de Infelicidade, amargura, infortúnios e desgostos na vida financeira ou matrimonial. Muito usado em Etutu.

Moyinmoyin (Bolo de feijão branco moído e cozido no vapor, temperado com cebola ralada, às vezes sem sal, camarão ou peixe desfiado ); Ofertado para contenção de doenças, pobreza, limitação de uma força muito agressiva, em contrapartida propicia a fartura através da facilitação. Muito usado no Etutu.

Obe (qualquer sopa ou Guizado).

Obegiri: (Sopa de feijão fradinho cozido ao dente com muito Epo, Kan (sal da terra), bastante Ataarê moído, Camarão seco, pó de bagre defumado, Orogbo ralado, Hortelã e Gengibre ralado). Geralmente este Adimu é ofertado fervendo à Shango e outros Orishàs, a fim de vencer obstáculos, ativar, incitar, acelerar situações ou se defender de inimigos quando é servida com 7 pedras raio ou fogo aquecidas em fogo. Utilizada no Etutu desse Orisa.

Ilà: (quiabo); alimento do culto de Egungun, porém é muito utilizado no culto de vários Orisa como; Òrò (Baba-Eègun) para favorecimento em qualquer assunto, fazer justiça, exemplar os perversos e injustos. Quando ofertado à Eshù sua função é acelerar uma melhoria financeira e Ifá. Para Ogun sua finalidade é derrotar um inimigo em confronto manifesto. Para Shango sua finalidade é atacar ou apaziguar qualquer ameaça que ainda não tenha se manifestado. Para Obaluwaiye é servido cru pilado a fim de acelerar o andamento de riqueza e prosperidade. Para Obatala sua função é apaziguar qualquer força ou situação agressiva. Ou seja, o Ila possui características que serem para adiantar algo, fazer deslizar, escorregar para dentro ou fora de uma situação. Numa Oogun (magia) quando sua seiva é colocada sob folha de bananeira tem a finalidade de causar a queda de um inimigo. Quando usado somente a seiva do Ilá provocada com a mistura de água, tem finalidade apaziguadora, refreadora, calmante diante de uma força agressiva, confusão na vida ou no Ori Quando usado como Amalà é utilizado na forma de um molho cozido no Epo ofertado quente com Egba (pirão) também bem quente, sua finalidade é acelerar a chegada ou o desfecho de algo que ambiciona, então se o Amalá for ofertado à Obaluwaiye com peixe, búzios, pó de Osun e Efun, é para acelerar a prosperidade, dinheiro e abundancia. Ofertado à Shango com peito de carne assada e Orogbo é para alguém obter coragem e enfrentar algo ou alguém complexo, já com pedras de raio ou fogo em brasa é para pedir defesa contra inimigos perigosos e injustos. Ofertado à Òrò (Baba-Eègun) com uma rabada de boi cozida sua finalidade é para acelerar o término de um sofrimento, doença, processo judicial, autoridade excessiva, abuso, tirania ou má intenção de pessoas.

Obe-Ila (Sopa de quiabo com muito Epo) – caruru baiano, é para abrandar traquinagem de Emere (espíritos infantis) e obter favorecimento.

Epa (Amendoim) – Quando utilizado cru é para obter propagação, conquista, atração de algo difícil de obter. Quando utilizado torrado é para aniquilar problemas que estão tomando tamanhos incontroláveis.

Efó (refogado de folhas); um tipo de veículo do Ashé que é exclusivamente utilizado a fim curar doenças através de ingestão após ser ofertado e encantado com palavras mágicas (sagradas).

Oka (Aipim cozido pilada com Epo); é para conter a força enérgica de Obaluwaiye e mantê-lo afável a fim de obter favorecimento. Depois do Okà ofertado puro devemos integrar um molho de peixe bagre feito no Epo, búzios e pó de Osun, isso se quiser extrair a prosperidade, sucesso e felicidade financeira.

Okabàbá (mingual de sagu) – por sua cor transparente é ofertado à Orunmila a fim de obter facilidade em todos os campos.

Ebà (pirão cru feito com farinha de mandioca e água); Alimento do culto de Egungun utilizado frio para conter, reprimir ou Hiper-quente para ativar a força direcionada à algo.

Esô ou Esoso (frutas); As frutas e legumes por serem perecíveis são símbolos de descendência e abundancia, por isso pertencem primordialmente ao culto de Egungun e Iyami-Agba (Ancestrais). Quando utilizado como Adimu à Ori, Orisha ou os próprios Egungun e Iyami-agba a fim de obter prosperidade e muita abundancia devem ser ingeridos ou enterrados no prazo de 5 dias após o oferecimento, para que não ocorra o apodrecimento e decadência do que foi pedido no momento do ritual. Já quando se deseja a destruição de algo, extermínio de situações ou decomposição de um problema, os frutos devem ser ofertados e deixados para apodrecerem sobre a face da terra a fim de provocar a extinção de situações difíceis ou até mesmo doenças corriqueiras. Um oferecimento da frutas ou legumes picados possuidores de sementes são utilizados exclusivamente para eliminar doença e favorecer o reequilíbrio energético por suas sementes continuarem vivas, mas quando é cozida com as sementes sua única utilidade passa ser somente para extinguir doença e energia agressiva, provocando o equilíbrio da força que antes estava atuando de forma destrutiva na vida da pessoa.

Eyin (Ovo); Oferenda principal do culto de Iyaami. “Quando um ovo cai no chão, ele mostra a sua riqueza e o seu poder”. Por isso, é o símbolo de poder, fertilidade e riqueza. Quando um Ovo é utilizado cru quebrando sobre a cabeça antes de um Gbori é para purificação em geral, eliminar energia ruim, extrair a mão do antigo Babalorixa, mas quando utilizado num Ebó quebrando pelo corpo da pessoa é para expurgar a força de Ajé-buru ou Oshô-buru. Quando quebrado num Orita ou num caminho depois coberto com Epo e mel é para abrir caminho, anulando a dificuldade, quebrando a força do mal que bloqueia o caminho, fazer aparecer prosperidade e sucesso. Quando o Ovo é utilizado cozido num Adimu ou Ebò a sua finalidade é somente extinguir ou paralisar o avanço de uma doença e energia ruim. Quando o Ovo é ofertado cru sobre Adimu ou Ebò a sua finalidade é atrair fertilidade, produtividade, vitalidade, riqueza, bondade, proteção e sucesso. Ovo cru de Pépéyé é utilizado para extrair Iku-Ówó (mão de babalorixa morto) da cabeça da pessoa, eliminar doenças e enfraquecer a força de Iku. Ovo cru de Eiyelê é para atrair casamento, união, felicidade, tranqüilidade ou equilíbrio no Ori. Ovo cru de Ejô (cobra) é para extrair Arajé buru (magia negra de mulher). Ovo cru de Aparo é para evitar perseguição e eliminar Oshô-buru (magia negra de homem)

Por Alexandre de Oxalá - Baba Alaiye
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