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ORIXÁS, UMBANDA E CANDOMBLÉ

POR AMOR AOS ORIXÁS - ANO III

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sábado, 22 de maio de 2010

A viagem dos Orixás

O tráfico de escravos entre os séculos 16 e 19 foi determinante para a difusão das religiões de origem africana. Para os exilados, elas eram seu contato com o divino e a terra natal.
CARIBENHAS
Nas colônias espanholas de Cuba e no Haiti o sincretismo originou a santería e o vodun (“espírito”, no idioma fon). Na crença haitiana, bonecos são mensageiros entre homens e deuses. Mas os alfinetes são invenção de filmes americanos.
ORIGEM
Povos africanos de mais de 1000 etnias com relações de aliança e guerra fundem divindades de diferentes regiões. Desses mesmos lugares sairiam os escravos levados para a América.
CANDOMBLÉ
O sincretismo do candomblé nasce na Bahia graças à proibição dos cultos africanos: forçados ao catolicismo, os escravos disfarçavam o culto aos orixás com imagens de santos. Em 1960, o fim da proibição difunde o culto no Brasil.
UMBANDA
No Rio de Janeiro, o contato com o espiritismo formou a umbanda, na década de 1920. Na nova religião, guias espirituais incorporados no terreiro, como o preto-velho e o caboclo, fazem a comunicação entre os devotos e os orixás.
DIÁSPORA
A partir do século 19, navios negreiros fizeram cerca de 35 mil viagens à América. A bordo, seguiram para o continente 12,5 milhões de africanos, principalmente dos povos iorubá e banto.



O panteão dos orixás
A vida e os poderes dos orixás, deuses da religião iorubá, são contados nos versículos de Ifá. Sua origem humana os faz imperfeitos, com desejos e defeitos
Oxalá
Chamado de Grande Orixá, é o criador do homem, senhor do princípio da vida, da respiração e do ar. Castigado por Exu por não lhe oferecer uma oferenda, bebeu muito e, bêbado, não pôde criar o mundo. Restou a ele criar os humanos. Ainda, embriagado, modelou seres distintos, dando origem à diversidade.
Exu
Mensageiro entre orixás e humanos, foi incumbido de receber numa encruzilhada os presentes das visitas de Oxalá, enquanto ele criava o homem. Por isso, ele não executa pedidos sem algo em troca. Tem personalidade vingativa, que o fez ser associado ao demônio cristão por missionários europeus.
Ogum
Deus da guerra e dos caminhos, da tecnologia e das oportunidades de realização pessoal. Dono do segredo da forja, que cria instrumentos mais resistentes para a agricultura e lanças para caçadores e guerreiros. Além da enxada, seu símbolos é a espada,que o fez ser ligado aos católicos santo Antônio e são Jorge.
Xangô
Governador da justiça, foi um dos primeiros reis da cidade de Oió, que dominou por muito tempo diversas cidades iorubanas. Geralmente, quem o incorpora usa uma coroa, demonstrando seu nobre posto. É o patrono das religiões dos orixás no Brasil e marido de Iansã, Obá e Oxum, deusas de rios africanos.
Iansã
Dirige o vento e as tempestades e é também deusa da sensualidade feminina. Seu nome quer dizer “mãe nove vezes” e, segundo o mito, precisou fazer uma oferenda para conseguir ter a prole. Mãe batalhadora, vendia dendê para sustentar os filhos. Outra lenda diz que teria sido uma princesa na cidade de Irá, em 1450 a.C.
Oxóssi
Orixá das florestas, de onde se retira o sustento. Na África, teria sido rei de Ketu, cuja população foi destruída pelos inimigos jejes. Por isso, sobreviveu apenas no Brasil,onde é padroeiro dos ketus. Incorporado, segura arco e flecha e dança como se estivesse caçando. Em alguns mitos também é irmão de Ogum.
Iemanjá
Senhora das águas, tem o culto ligado ao rio Níger, na África, onde também é celebrada entre as divindades femininas primordiais, donas do conhecimento e do feitiço. É mãe dos orixás porque ajudou a criar e povoar a Terra. Em sua festa, dia 2 de fevereiro, devotos oferecem flores e presentes ao mar.
Omulu
Senhor da peste e conhecedor de seus segredos e curas. Por ter no corpo as marcas da varíola, uma das doenças a que os escravos foram expostos, tem sincretismo com são Lázaro, cujo corpo também é coberto de chagas. Nos ritos, sacode o xaxará, feixe de palha com cabaças que guardam remédios.

Principais orixás
Na mitologia iorubá, Olodumare também chamado de Olorun é o Deus supremo do povo Yoruba, que criou as divindades, chamadas de orixás no Brasil e irunmole na Nigéria, para representar todos os seus domínios aqui na terra, mas não são considerados deuses, são considerados ancestrais divinizados após à morte.

Orixás
Exu, orixá guardião dos templos, casas, cidades e das pessoas, mensageiro divino dos oráculos.
Ogum, orixá do ferro, guerra, e tecnologia.
Oxóssi, orixá da caça e da fartura.
Logunedé, orixá jovem da caça e da pesca
Xangô, orixá do fogo e trovão, protetor da justiça.
Ayrà, usa cores brancas, tem profundas ligações com Oxalá.
Xapanã (Obaluaiyê/Omolu), Orixá das doenças epidérmicas e pragas.
Oxumarê, orixá da chuva e do arco-íris.
Ossaim, orixá das ervas medicinais e seus segredos curativos.
Oyá ou Iansã, orixá feminino dos ventos, relâmpagos, tempestade, e do Rio Niger
Oxum, orixá feminino dos rios, do ouro e amor.
Iemanjá ou Yemanjá, orixá feminino dos lagos, mares e fertilidade, mãe de todos os Orixás de origem yorubana.
Nanã, orixá feminino das águas das chuvas, dos pântanos e da morte, mãe de Obaluaiyê, Iroko, Oxumarê e Ewá, orixás de origem daomeana.
Yewá, orixá feminino do rio Yewa, senhora da vidência, a virgem caçadora.
Obá, orixá feminino do rio Oba, uma das esposas de Xangô juntamente com Oxum e Iansã.
Axabó, orixá feminino da família de Xangô
Ibeji, orixás gêmeos
Iroko, orixá da árvore sagrada (conhecida como gameleira branca no Brasil).
Egungun, ancestral cultuado após a morte em Casas separadas dos Orixás.
Iyami-Ajé, é a sacralização da figura materna.
Onilé, orixá relacionado ao culto da terra.
OrixaNlá (Oxalá) ou Obatalá, o mais respeitado Orixá, Pai de todos os Orixás e dos seres humanos.
Ifá ou Orunmila-Ifa, orixá da Adivinhação e do destino.
Odudua, orixá também tido como criador do mundo, pai de Oranian e dos yoruba.
Oranian, orixá filho mais novo de Odudua.
Baiani, orixá também chamado Dadá Ajaká.
Olokun, orixá divindade do mar.
Olossá, orixá dos lagos e lagoas
Oxalufon, orixá velho e sábio.
Oxaguian, orixá jovem e guerreiro.
Orixá Oko, orixá da agricultura.

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